QUIMBOL - Esporte autenticamente piracicabano, criado por Joaquim Bueno de Camargo.
É o primeiro esporte coletivo de raquetes do mundo, no qual 2 equipes, com 4 jogadores de cada lado, atuam em uma quadra de jogo dividida por uma rede. Um esporte que em síntese reúne fundamentos do voleibol, do tênis e do futebol. Pode ser praticado por diferentes públicos, da criança à terceira idade.
O Quimbol é disputado em uma quadra de vôlei. Cada equipe conta com quatro jogadores, que usam raquetes de madeira para rebater a bolinha de borracha macia e tentar colocá-la longe do alcance do time adversário. O jogo, realizado em quatro quartos de dez minutos, é dinâmico e permite que também sejam utilizadas partes do corpo para executar as jogadas, remetendo aos fundamentos do futebol.
Único esporte coletivo disputado com raquetes, o Quimbol já ultrapassou as fronteiras do País, levado para a Universidade de Camaguey, em Cuba, para o Chile e Geórgia (EUA).
O “Quimball ou Quimbol, é um novo jogo construído a partir das idéias do “Quim”- Joaquim Bueno de Camargo (falecido aos 78 anos, em 2004, na cidade de Piracicaba/SP), daí seu nome, pois quando surgiu (1947) seus amigos denominavam a nova prática como o “Jogo do Quim”.
Retomado nos últimos anos (2000) evoluiu e hoje já é praticado por um grande número de pessoas em Piracicaba e já se dissemina por outras cidades e estados.
HISTÓRIA
Inventada por Joaquim Bueno de Camargo - que faleceu em 2004, aos 74 anos.
"O Quim começou a desenvolver o jogo em 1947, no Pontal do Paranapanema. Aí ele veio morar em Piracicaba e aqui foi desenvolvendo as regras até que, em 2000, iniciamos conjuntamente com o Quim o processo de esportivização do quimbol em uma modalidade esportiva tipicamente brasileira", afirma João Francisco R. de Godoy, o Johnny, diretor de Esportes da cidade e Coordenador Técnico da modalidade.
“Há muitos anos, por acaso, criei e desenvolvi uma brincadeira que foi chamada ‘Jogo do Quim’. Depois de várias décadas, com a certeza de que o jogo poderia se transformar num esporte praticado por todas as pessoas adaptei suas regras e materiais para que fosse jogado nas quadras de voleibol.
Na prática, pude constatar que minhas crenças estavam certas.
Por não exigir muito o uso de força física, mas sim, boa coordenação motora, habilidades, raciocínio rápido, muita comunicação e disposição, o QUIMBOL é um esporte para todas as idades sem a necessidade da adaptação.”
O JOGO
O QUIMBOL é praticado por duas equipes de 4 pessoas (cada), em quadras de voleibol, utilizando o poste de fixação da rede como limitação de jogo aéreo.
O jogo é dividido em quatro tempos de dez minutos cronometrados. Em cada tempo é permitido ao técnico da equipe em desvantagem, um pedido de paralisação de um minuto.
Ao término do primeiro e do terceiro tempo são realizados intervalos de três minutos e ao final do segundo tempo, um intervalo com duração de seis minutos, quando ocorre a troca de lado na quadra.
A partida termina no quarto tempo com a vitória da equipe que obteve maior número de pontos. Em caso de empate, realiza-se um quinto tempo (melhor de cinco pontos) sem troca de lados, iniciada pela equipe que marcou o último ponto.
Outra opção é realizar a contagem tradicional por “set” de pontos (similar ao voleibol).
Os participantes praticam o jogo com raquetes de madeira emborrachada, golpeando uma pequena bola de aproximadamente 25 gramas. O jogo consiste basicamente em sacar, receber, executar o levantamento e efetuar o ataque na quadra adversária.
REGRAS DO JOGO
CARACTERÍSTICAS DO JOGO O QUIMBOL
É o primeiro esporte coletivo de raquetes do mundo, no qual 2 equipes, com 4 jogadores de cada lado, atuam em uma quadra de jogo dividida por uma rede.
As jogadas são feitas por intermédio de passes efetuados com a raquete tocando a bola, ambas próprias do QUIMBOL. Apesar de o uso da raquete ser obrigatório em quase todas as jogadas, pode-se, também, usar o solo 4 vezes, e partes do corpo (com exceção das mãos e braços) para, da mesma forma, ajudar na recepção da bola.
O objetivo do jogo é que cada equipe envie a bola regularmente por cima da rede para a quadra oposta. A bola é colocada em jogo com saque de fundo e continua até que vá para fora, e a equipe não a devolva corretamente para o adversário, ou, seja cometido qualquer irregularidade nas regras do jogo.
1. O JOGO
Após o apito do árbitro de bancada, o jogador dá o saque de fundo para iniciar a partida. Se não o fizer em tempo correto (3 segundos) , é punido dando o direito da jogada para o adversário. Caso o jogador erre o primeiro saque, à este é concedido uma segunda chance. O envio da bola para a quadra do adversário deve ser feito unicamente com a raquete, caso contrário, é perda de ponto.
Após o saque ser dado, a equipe que receber a bola deve desenvolver a jogada com 2 (no mínimo) ou 3 (no máximo) passes, sendo que os jogadores em quadra tem a liberdade de escolher os seguintes passes que contam como 1 toque: recurso de toques no solo (até o limite de 4 por tempo); pernas, pés, cabeça e o tronco (pode-se ajeitar a bola com essas partes do corpo e enviar com a raquete. Isso é considerado como “recurso”).
Pode-se utilizar as mesmas partes do corpo para realizar o passe sem o uso da raquete, entretanto ao realizar o passe para a quadra adversária, o último contato deverá ser executado com a raquete.
OBS 1: A utilização do corpo ou solo como “recurso”, não conta como toque. Por isso, a denominação de “recurso” no auxílio da jogada. Poderá ser usado na recepção e durante o desenvolvimento da jogada pela equipe.
O objetivo do “recurso” é tornar os lances mais vibrantes, com o mínimo de paralisações. Seja qual for a escolha do “recurso” é obrigatório um mínimo de 2 e um máximo de 3 passes nas jogadas.
OBS 2: Por outro lado, a utilização dos toques no chão só deve ser computada como toque quando este procedimento for utilizado como “recurso” para a continuidade das jogadas.
OBS 3: Quando após o segundo ou primeiro passe, a bola ficar presa na rede, impossibilitando a continuidade do jogo, o mesmo é paralisado e retoma-se o saque para a equipe que o realizou por último, sem contagem de pontos nem rodízio para nenhuma das equipes. O toque no braço ou mão, conta como falta com penalidade de lance livre. Isto quando for braço/mão na bola e não bola no braço/mão, que é considerado como casualidade, cabendo ao árbitro de bancada decidir sobre essa jogada, podendo buscar informações com os demais árbitros da partida.
Não é permitido ao jogador executar dois passes consecutivos, sem que outro jogador participe da jogada. Podendo entretanto, participar 2 vezes alternadas da mesma jogada.
O ataque utilizando-se do fundamento da cortada (com salto) só pode ser executada atrás da linha de 3 metros. Dentro da zona demarcada pela linha de 3 metros, ao saltar, o jogador só pode devolver a bola de “ataque de costas” (puxada), “ataque lateral” (voleio), de “largadinha” (de forma leve) ou de “bandeja” (de baixo para cima). Nessa zona de jogo, pode ainda efetuar o ataque utilizando-se da cortada sem salto. A equipe que perder o ponto faz o rodízio. O jogo é retomado com saque de fundo de quadra pela equipe que marcou o ponto.
2. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS
Como já vimos, a quadra para prática do QUIMBOL é a mesma utilizada para a prática do voleibol.
2.1 REDE
A rede própria do Quimbol mede 9,40 m de comprimento e 1,00 m de altura e é colocada sobre a linha divisória da quadra do jogo utilizando-se os postes de voleibol. A altura do solo é de 1,90m para as equipes infantis , para equipes femininas adultas é de 2,10m e para as equipes masculinas e mistas adultas é de 2,30 m. Possui malhas pequenas, impedindo assim que a bolinha passe por elas.
2.2. BOLA E RAQUETE
Esses dois equipamentos tem características próprias do Quimbol e devem ser usados para a prática desse esporte, nas duas modalidades: competição e lazer. Sua concepção é detalhada para obter o efeito correto em todos os lances. As raquetes possuem tamanhos infantil e adulto. A Bolinha é bastante leve e é feita na cor amarela. A raquete é de madeira com cabo e superfície emborrachadas.
3. EQUIPES
Um elenco é constituído sem limite máximo de jogadores, sendo que o mínimo é de 8 jogadores, 1 técnico e 1 preparador físico, ou somente um técnico. Quando em competição, a equipe é formada por 8 jogadores, 4 em quadra e 4 no banco de reservas. Dos 4 em quadra, 1 é nomeado líder da equipe nas interlocuções com as autoridades oficiais da competição.
4. UNIFORME
Considera-se para a prática desse esporte o uso de calção ou bermuda confortável, camisetas com mangas, tênis e a opção da utilização de artigos de proteção, de acordo com as necessidades do jogador em particular.
5. POSIÇÃO
Na recepção do saque, os jogadores permanecem na posição oficial: 1 na rede e 3 no fundo (o jogador da posição 02 deve permanecer na zona demarcada pela linha de 03 metros), sendo que todos devem estar dentro da quadra de jogo. Após o movimento da bola, os jogadores podem permanecer onde estrategicamente for necessário para o desenvolvimento das jogadas.
6. RODÍZIO
O rodízio é feito no sentido horário, pela equipe que perder o ponto, tantas vezes quanto perder, consecutivas ou não.
7. SUBSTITUIÇÃO
O técnico pode fazer quantas substituições desejar por período de jogo, sendo que o substituto não poderá sair da quadra antes de a equipe marcar 1 ponto. Essa regra não se aplica em caso de expulsão, ou seja, se houver a substituição por expulsão de 1 jogador, ou mais, o técnico deverá manter o substituto em quadra até o final da partida.
8. SAQUE DE FUNDO
O saque de fundo de quadra é dado para iniciar a partida ou reiniciá-la a cada jogada. O jogador que o executa é sempre o do lado direito, no fundo, ou seja, o da posição n° 3. O jogador tem o direito de executar o saque da maneira que desejar, sempre utilizando-se da raquete, desde que cumpra as regras básicas. MODO: o jogador se posiciona atrás da linha de delimitação da quadra, tomando a distância que desejar. Após o apito do árbitro de bancada, tem 3 segundos para lançar a bola por cima da rede para a quadra oposta, sempre utilizando-se a raquete. Se a bola cair fora da quadra ou parar na rede, tem direito a um novo saque. Na recepção do saque de fundo, se a equipe adversária não conseguir devolver a bola dentro das regras, perde 1 ponto.
9. LANCE LIVRE
Lance livre é a cobrança das faltas. MODO: a cobrança da penalidade pode ser feita por qualquer jogador da quadra ou aquele que o técnico designar. O jogador se posiciona logo atrás da linha de 3 metros, levanta a bola e arremessa-a com a raquete contra o adversário. Ao bater a raquete na bola, se o jogador estiver com os pés no ar, ele poderá estar em cima ou dentro da linha de 3 metros. O jogador tem 3 segundos, após a autorização do árbitro de bancada (sinal dado com o apito), para levantar a bola e executar o lance. Caso a cobrança seja feita com irregularidade, não cumprindo as especificações acima, a equipe perde a cobrança do lance livre e concede ao adversário a cobrança do saque de fundo, iniciando-se uma nova jogada.
10. PONTUAÇÃO
10.1. FALTA É considerado falta com penalidade de lance livre: - encostar o corpo ou a raquete na rede; - invadir a quadra (pisar ou ultrapassar a linha divisória); - erro de posicionamento; - cortadas violentas dentro da linha de 3 metros.
10.2. FALTA TÉCNICA É considerado falta técnica com a penalidade de lance livre: - desacato aos árbitros; - desacato ao adversário ou a qualquer outra pessoa presente no recinto da competição. Ao ser cobrada a falta, as equipes devem permanecer na posição oficial. Após a movimentação da bola, os jogadores podem atuar como desejarem dentro ou fora da quadra. Qualquer equipe pode ganhar pontos, independentemente de estar ou não na vantagem do saque. A partida consiste de 4 períodos. A cada período, há intervalo para descanso e a cada 2 períodos, intervalo para descanso e troca de lado(na quadra).
10.3. FALTA É considerado falta: - cortada com força, de frente, dentro da linha de 3 metros. Essa falta é considerada jogo perigoso e é punida com a marcação do lance livre.
10.4. FALTA VIOLENTA
É considerado falta violenta : - agressão verbal a qualquer participante dentro ou fora da quadra do jogo; - agressão física ao adversário dentro ou fora da quadra do jogo. Dentro da linha de 3 metros, se for dada uma cortada com a intenção de atingir a integridade física de um outro jogador, o árbitro de bancada poderá considerar jogo violento e punir a equipe com a perda de 1 ponto e até com a expulsão do jogador que praticou a agressão, dentro da quadra. O ponto é somado ao placar e o jogo se reinicia com o saque de fundo pela equipe que obteve o ponto.
11. PONTO - bola fora das linhas da quadra, incluindo-se o poste como demarcação aérea; - mais de 3 passes; - menos de 2 passes; - numa jogada, o mesmo jogador fazer o passe duas vezes consecutivas; - falta violenta; - toque no solo após a contagem permitida;
12. TEMPO
É função da mesa apontar o tempo do jogo, que é corrido de bola em jogo, de 10 minutos cada período, no total de 4 períodos, fazendo um total de 40 minutos de jogo jogado (cronometrado). Entre um período e outro há 3 minutos sem mudança de lado e a cada 2 períodos, descanso de 6 minutos, com mudança de lado (quadra).
13. MARCAÇÃO DOS TEMPOS
Um jogo é ganho pela equipe que marcar mais pontos nos 4 períodos corridos. Caso haja empate, haverá prorrogação com uma paralisação de 3 minutos. O saque é dado pela equipe que fez o último ponto em jogo e a vitória é decidida no melhor de 5 pontos.
14. ÁRBITROS
É formado um trio de árbitros:
- 1 Árbitro de Bancada situado na linha divisória da quadra, acima da altura da rede;
- 1 Árbitro Auxiliar na linha de fundo do lado direito da divisória da quadra, situado no chão do lado contrário ao Árbitro de Bancada;
- 1 Árbitro Auxiliar na linha de fundo do lado esquerdo da divisória da quadra, situado no chão do lado contrário ao Árbitro de Bancada.
É função do Árbitro de Bancada providenciar que a partida toda transcorra dentro das regras, fazendo cumprir os itens: 9. saque ou lance livre; 10.1. falta; 10.2. falta técnica; 10.3. falta; 10.4. falta violenta; 11. ponto. É função dos Árbitros Auxiliares observar e fazer cumprir os itens: 5. posição; 6. rodízio; 7. substituição; 8. saque de fundo. 9. auxiliar o árbitro principal em lances duvidosos Na marcação dos pontos, o Árbitro de Bancada paralisa a partida com o apito, levanta a mão e indica o ponto, com sinal próprio, à mesa operadora. Na sinalização das irregularidades, o Árbitro Auxiliar para a partida com o apito, levanta a mão e indica, com sinal próprio, a marcação ao Árbitro de Bancada, que indica a penalidade à equipe e à mesa operadora. Os Árbitros Auxiliares atuam durante toda a partida, não trocando de lado nos períodos de descanso e de mudança de lado por parte das equipes. A atuação do lado direito ou do esquerdo é escolhida por sorteio entre os dois Árbitros Auxiliares na presença do Árbitro de Bancada e dos Capitães das duas equipes.
15. SORTEIO
Antes do início da partida, o Árbitro de Bancada realiza o sorteio na presença dos Capitães das duas equipes. A equipe vencedora escolhe: - o direito de dar ou de receber o 1° saque de fundo; - o lado da quadra para iniciar a partida; - a cor do cartão que irá representa-la nas sinalizações; a cor oficial: Azul Royal e Amarelo.
16. MESA
A mesa é composta de : - 1 cronometrista; - 1 apontador; - 1 assistente de apontador; - 1 representante de cada equipe em jogo. As funções de cada componente são: CRONOMETRISTA: cronometra o tempo de jogo jogado, determina ao Árbitro de Bancada o início e o fim de cada período. APONTADOR: registra os pontos de cada equipe, as faltas e as ocorrências (ata). ASSISTENTE DE APONTADOR: auxilia o apontador e registra as ocorrências. REPRESENTANTES: fiscalizam as marcações do cronometrista e do apontador.
17. PEGADOR DE BOLA
No fundo/laterais da quadra, posicionam-se 2 pegadores de bola: 1 do lado direito da quadra; 1 do lado esquerdo da quadra.
18. BOLA
Cada partida pode ter, de reserva, quantas bolas as equipes desejarem, sendo que as mesmas podem ficar, sob os cuidados dos pegadores de bolas e/ou na mesa sob os cuidados dos mesários. Essas são as principais características, fundamentos e regras do Quimbol.
Observação final: O Quimbol é um jogo em pleno desenvolvimento. Portanto, possíveis alterações ou maiores detalhamentos de suas regras, visando adaptá-lo às necessidades de sua prática enquanto jogo, ou mesmo esporte, poderão ocorrer a qualquer momento ao longo de sua evolução.
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sábado, 22 de março de 2014
DIA MUNDIAL DA ÁGUA
O Dia Mundial da Água foi criado pela ONU por recomendação da ECO-92, realizada no Rio de Janeiro e ficou estabelecido que comemorado no dia 22 de Março de cada ano. A primeira comemoração ocorreu em 1993.
Em 2014 o tema escolhido é ÁGUA E ENERGIA, como forma de aprofundar as discussões sobre a inter-relação profunda que existe entre esses dois fatores considerados os insumos fundamentais para o planeta. Conforme estudos da ONU, de várias instituições de pesquisas em vários países, atualmente existem no mundo em torno de 1,3 bilhões de pessoas que não têm energia elétrica; próximo de 800 milhões sem acesso a água potável e mais de 2,5 bilhões que não tem saneamento básico.
A água é necessária para a produção de praticamente todas as formas de energia e da mesma forma a energia é fundamental para a captação, tratamento e distribuição de energia e esses dois insumos são determinantes para a produção de alimentos e outras matérias-primas essenciais para a produção industrial e o desenvolvimento do setor de serviços. Enfim, sem água, sem energia e sem alimentos e matérias primas é impossível o desenvolvimento e a sobrevivência das pessoas e dos países, no planeta Terra.
ÁGUA É VIDA, A VIDA NÃO EXISTE SEM ELA!
Precisamos estar em constante alerta para os fenômenos que estão ocorrendo na natureza, colocando em risco a nossa sobrevivência e das gerações futuras.Piracicaba é cortada pelo Rio Piracicaba, que em 2014, agonizou por falta de água devida a falta de chuvas. Lentamente o nosso rio vem se recuperando, piracicabanos se depararam com cenas que mostram bem a importância e necessidade da ÁGUA.
Triste oportunidade para nos conscientizar da falta que a água faz tanto nos rios, como nas torneiras das casas.
Lamentável como o ser humano se omite de suas responsabilidades com a sociedade e consigo mesmo, não dando valor a algo tão essencial quanto a ÁGUA.
FAÇA A SUA PARTE, CUIDE DOS RIOS, NÃO DESPERDICE ÁGUA.
COPA DO MUNDO 2014/BRASIL
VÍDEO
CARTAZES OFICIAIS
CARTAZES DAS SEDES
PAÍSES PARTICIPANTES
Programação temática em diferentes espaços de Piracicaba-SP
No ano em que o Brasil intensificará sua preparação para receber um dos maiores eventos esportivos do mundo, Piracicaba será agraciada com uma programação cultural e educativa de primeiríssimo nível. As secretarias municipais da Ação Cultural (SEMAC) e Defesa do Meio Ambiente (SEDEMA), Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba) e Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) realizam a partir do final de maio, o evento intitulado “2014 – Pira na Copa”, que se estenderá ao longo de toda a Copa do Mundo.
Tendo como diretriz o acesso da população à cultura, as exposições acontecerão em espaços localizados na área central da cidade que possuem afinidade com a temática do evento cultural, além de entrada gratuita: Centro Cultural Martha Watts; Célula MISP - Museu da Imagem e do Som (Estação da Paulista); Museu e Centro de Ciências, Educação e Artes "Luiz de Queiroz"; Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes; Museu de Animais Taxidermizados do Zoológico Municipal e Núcleo de Educação Ambiental do Parque do Mirante; Pinacoteca Municipal Miguel Dutra e CEDHU (Centro Nacional do Humor Gráfico).
“Trata-se de um evento comemorativo e de apelo sociocultural, que surge do anseio de um grupo de profissionais envolvidos na área de educação e cultura, com a proposta de incentivar a difusão e fomento de ações conjuntas em prol da cultura piracicabana”, explica a diretora do Museu Prudente de Moraes, Renata Gava, que também é a idealizadora do projeto.
O objetivo é, por meio do “2014 – Pira na Copa”, instigar a memória, a tradição e a história da cidade correlacionada com o futebol, tanto na modalidade esportiva quanto bem material e imaterial. As exposições serão responsáveis por difundir a história da cidade, disseminar conhecimento futebolístico, instigar o turismo territorial, incitar a identidade cultural e a tradição local, preservar a memória, democratizar o acesso à cultura, conduzir o público visitante à reflexão e interagir público espontâneo e especializado.
“Piracicaba é uma cidade privilegiada, que cultua sua raíz e apresenta aspectos de manifestações culturais locais seguindo preceitos da tradição, onde deparamos com fortes indícios enraizados no costume local, dentre eles o futebol”, afirma a secretária municipal da Ação Cultural, Rosângela Camolese. “Com isso, a Copa do Mundo pode ser compreendida não apenas uma prática esportiva, mas um bem cultural de natureza material e imaterial por se encontrar em domínio da vida social, gerando sentimento de identidade e continuidade”, completa a secretária, que destaca ainda a localização de Piracicaba, que fica próxima a São Paulo, capital que sediará a abertura do grande evento esportivo.
A proposta do evento piracicabano é expor de forma lúdica, estimular e motivar um público diversificado e espontâneo, atingindo os objetivos propostos por meio de ações educativas e culturais. Toda a extensa programação, assim como as ações que a compõem, serão divulgadas no primeiro semestre de 2014.
Tendo como diretriz o acesso da população à cultura, as exposições acontecerão em espaços localizados na área central da cidade que possuem afinidade com a temática do evento cultural, além de entrada gratuita: Centro Cultural Martha Watts; Célula MISP - Museu da Imagem e do Som (Estação da Paulista); Museu e Centro de Ciências, Educação e Artes "Luiz de Queiroz"; Museu Histórico e Pedagógico Prudente de Moraes; Museu de Animais Taxidermizados do Zoológico Municipal e Núcleo de Educação Ambiental do Parque do Mirante; Pinacoteca Municipal Miguel Dutra e CEDHU (Centro Nacional do Humor Gráfico).
“Trata-se de um evento comemorativo e de apelo sociocultural, que surge do anseio de um grupo de profissionais envolvidos na área de educação e cultura, com a proposta de incentivar a difusão e fomento de ações conjuntas em prol da cultura piracicabana”, explica a diretora do Museu Prudente de Moraes, Renata Gava, que também é a idealizadora do projeto.
O objetivo é, por meio do “2014 – Pira na Copa”, instigar a memória, a tradição e a história da cidade correlacionada com o futebol, tanto na modalidade esportiva quanto bem material e imaterial. As exposições serão responsáveis por difundir a história da cidade, disseminar conhecimento futebolístico, instigar o turismo territorial, incitar a identidade cultural e a tradição local, preservar a memória, democratizar o acesso à cultura, conduzir o público visitante à reflexão e interagir público espontâneo e especializado.
“Piracicaba é uma cidade privilegiada, que cultua sua raíz e apresenta aspectos de manifestações culturais locais seguindo preceitos da tradição, onde deparamos com fortes indícios enraizados no costume local, dentre eles o futebol”, afirma a secretária municipal da Ação Cultural, Rosângela Camolese. “Com isso, a Copa do Mundo pode ser compreendida não apenas uma prática esportiva, mas um bem cultural de natureza material e imaterial por se encontrar em domínio da vida social, gerando sentimento de identidade e continuidade”, completa a secretária, que destaca ainda a localização de Piracicaba, que fica próxima a São Paulo, capital que sediará a abertura do grande evento esportivo.
A proposta do evento piracicabano é expor de forma lúdica, estimular e motivar um público diversificado e espontâneo, atingindo os objetivos propostos por meio de ações educativas e culturais. Toda a extensa programação, assim como as ações que a compõem, serão divulgadas no primeiro semestre de 2014.
Autor: Rafael Bitencourt
Fonte: SEMAC
sexta-feira, 21 de março de 2014
CAMPANHA ENLAÇADAS NO AMOR
O Fundo Social de Solidariedade de Piracicaba promoveu na tarde do dia 19 de março, no Auditório do Museu da Água, o lançamento oficial da campanha “ Enlaçadas do Amor” voltada para arrecadação de novelos de lã, linhas, botões, tecidos e agulhas que serão empregadas na confecção de acessórios como gorros, cachecóis, xales e sapatinhos, destinados à pessoas acamadas, em tratamento de quimioterapia, idosos e crianças carentes.
De acordo com a presidente do FUSSP, Selma Ferrato, a campanha surgiu de um encontro com o grupo Amigas do Bem, volutárias que fazem esse trabalho em apoio aos mais carentes. “ Essa campanha foi pensada para levar um pouco mais de conforto, amenizar o frio, e principalmente proporcionar aconchego, pois, eu vivi o tratamento da químio e tive a oportunidade de conviver com pessoas carentes. Nossa intenção é atender o maior número de pessoas que passam pelo tratamento e os idosos do Lar dos Velhinhos e Betel”.
Enlaçadas do Amor conta com a parceria de representantes do meio artístico e cooporativo e grupos voluntários. “ Fizemos o convite para a artista plástica Gracia Nepomuceno e à empresária Graziella Gianetti, que graciosamente aceitaram o desafio de nos apoiar na arrecadação. “Todo material arrecadado será encaminhado aos grupos Amigas do Bem, Tricoteiras e Crocheteiras do Amor e pessoas voluntárias cadastradas no Fundo Social. As caixas de arrecadação já estão nos postos credenciados”, afirma Selma.
Durante o lançamento, Selma anunciou que recebeu a doação de uma máquina de tricô. “Estamos com a máquina, doada pela Associação Viva a Vida, mas, ainda não temos voluntários que saibam operar”.
Os voluntários não precisarão sair de suas casas para confeccionar o material. O Fundo Social se encarregará de levar até a residência . A campanha vai até o mês de julho e a doação enviada aos pacientes do Centro de Especialidades Oncológicas do HFC, Centro de Tratamento de Câncer da Santa Casa, Associação de Mulheres Mastectomizadas Viva Vida, Lar Betel, Lar dos Velhinhos e instituições infantis.
O Fundo Social conta com apoio da Esalq, Unimed, Drogal, Setur, Selam, Espaço Adriana Mattos, Delta Supermercados, Fale Facil, Simespi (Conselho da Mulher Executiva, ACIPI (Conselho da Mulher Empresária), OAB Mulher, Amigas do Bem, Semac, Pinacoteca e Casa do Povoador. Interessados em participar desta ação ligar para o Fussp (19) 3403-1066.
Postos de arrecadação:
Centro Cívico - Térreo
Microcamp Informática
Casa do Povoador
Rede Delta Supermercados
Pinacoteca
Loja Lou Store
Clube de Campo Piracicaba
Espaço Alessandra Mattos
Simespi
Central de Voluntários
Casarão do Turismo
EXPOSIÇÃO HUMOR GRÁFICO
Salão de Humor de Piracicaba estará presente no Risadaria
A área de humor gráfico tem ilustrações relacionadas ao futebol de artistas de diversos lugares do mundo, como Irã, México, Rússia, Peru, Uruguai, Romênia, entre outros.
As obras fizeram parte do acervo do 40º Salão Internacional do Humor de Piracicaba, em 2013.
Além disso, o cartunista Mario Alberto, conhecido pelas inúmeras e hilárias caricaturas de jogadores de futebol, escalou uma exclusiva e divertida seleção pra lá de engraçada, com 11 jogadores e um técnico.
EXPOSIÇÃO | HUMOR GRÁFICO
Local: Conjunto Nacional
Endereço: Av. Paulista, 2073 - Piso Térreo
Dias: De 04 a 13 de Abril
Horário: de 2ª a sábado das 8h às 20h e domingo das 10h às 20h
Classificação etária: Livre
Gratuito
EXPOSIÇÃO | HUMOR GRÁFICO
Local: Conjunto Nacional
Endereço: Av. Paulista, 2073 - Piso Térreo
Dias: De 04 a 13 de Abril
Horário: de 2ª a sábado das 8h às 20h e domingo das 10h às 20h
Classificação etária: Livre
Gratuito
quinta-feira, 20 de março de 2014
GABEIRA ESTEVE EM PIRACICABA
Esteve no dia 20 de março em Piracicaba, Fernando Gabeira, escritor, jornalista e ex-deputado federal pelo Rio de Janeiro, para fazer uma reportagem em defesa do Rio Piracicaba.
Passou por vários trechos as margens do rio e um dos lugares visitados, foi no entorno e interior da Casa do Povoador, fazendo filmagens para reportagem da Globo News.
EXPOSIÇÃO DE CRIANÇAS PIRACICABANAS NA COREIA
Alunos da artista plastica piracicabana, Luisa Libardi estarão expondo seus trabalhos na Coreia do Sul em maio de 2014.
A exposição terá trabalhos de 15 alunos de Piracicaba, nas seguintes técnicas: Tinta Acrílica, Aquarela e Pastel Oleoso. São 24 obras em papel triplex ou papel canson.
Luisa conta como surgiu o convite para a exposição, As crianças foram convidadas através de minha aluna Hayeon, que fez aula comigo e está indo morar em Araraquara. O Brasil foi escolhido por eles, por ser o ano da Copa do Mundo. Será no dia 5 de Maio, Dia das Crianças na Coreia. Enviei desenhos feitos por meus alunos, na faixa etária de 6 à 10 anos. Será realizado na Debec plaza- Gallery Curetor em, Jung-Gu- Daegu, Korea do Sul. A exposição mostrará trabalhos de crianças de 6 a 13 anos. Quero estimular essas crianças, pois elas tem um potencial enorme.
Luisa conta como surgiu o convite para a exposição, As crianças foram convidadas através de minha aluna Hayeon, que fez aula comigo e está indo morar em Araraquara. O Brasil foi escolhido por eles, por ser o ano da Copa do Mundo. Será no dia 5 de Maio, Dia das Crianças na Coreia. Enviei desenhos feitos por meus alunos, na faixa etária de 6 à 10 anos. Será realizado na Debec plaza- Gallery Curetor em, Jung-Gu- Daegu, Korea do Sul. A exposição mostrará trabalhos de crianças de 6 a 13 anos. Quero estimular essas crianças, pois elas tem um potencial enorme.
Julia
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